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Lições de vida...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010



A bomba de água



Um homem estava perdido no deserto, prestes a  morrer de sede.
Eis que ele chegou a uma cabana velha, quase caindo aos pedaços.
Encontrou uma sombra onde se acomodou, fugindo do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem  enferrujada.
Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar.

Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado, para trás.
E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
E, na garrafa tinha um recado que dizia: "Meu
amigo, você precisa primeiro preparar a bomba
derramando sobre ela toda água desta garrafa.
Depois, faça o favor de encher a garrafa outra
vez, para o próximo viajante."
O homem arrancou a rolha da garrafa e constatou
que ela estava quase cheia!
De repente, o dilema.
Se bebesse aquela água, poderia sobreviver.
Mas, se despejasse a água na velha bomba
enferrujada e ela não funcionasse morreria de
sede. O que fazer?
Despejar a água na velha bomba e esperar a água
fresca ou beber a água da velha garrafa e
desprezar a mensagem?
Com relutância, o homem resolveu despejar toda a
água na bomba.

Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear  e a bombear.
Pôs-se a ranger e a chiar sem fim.
De repente, surgiu um fiozinho de água, depois um  pequeno fluxo e, finalmente, a água jorrou com   abundância!
O homem, aliviado, matou a sede com água fresca e  cristalina e depois voltou a encher a garrafa para    o próximo viajante.
Encheu a garrafa até o gargalo, arrolhou e   acrescentou a nota: "Creia, funciona. Você precisa  dar toda a água antes de ter de volta."
A gente pode extrair várias lições desta   história...
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo   projeto, pois este demandará um enorme   investimento de tempo, recursos, preparo e
conhecimento?
Quantos ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar  significativas vitórias?
E você?
O que falta para despejar esta garrafa de água que  você guarda e está prestes a beber e conseguir  água fresca em abundância de uma nova fonte?

Autor Desconhecido

A força da vida...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Tornando-se Mais Forte

"Pelas montanhas que tive de escalar;
pelas pedras que machucaram os meus pés;
por todo sangue doçura e sujeira;
por tempestades terríveis e calor ardente,
meu coração canta, no entanto, uma canção de gratidão -
essas foram as coisas que me tornaram forte!

Por todos os sofrimentos e lágrimas;
por toda angústia e dor;
pelos dias tristes e anos infrutíferos;
e pelas esperanças que viveram em vão,
sim, eu agradeço, pois agora sei que essas
foram as coisas que me ajudaram a crescer!

Não são as coisas mais suaves da vida que estimulam
o desejo de batalhar em uma pessoa.
Mas a adversidade e a competição severa fazem o possível
para manter vivo o desejo de uma pessoa.
Sobre tapetes de pétalas de rosas, muitos se esparramam.
Mas os corações valentes ousam escalar ladeira íngreme."

(Autor Desconhecido)




Aposentadoria.....Caminhos da Vida!!!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010



Estou aposentado, e agora?

Por Bernt Entschev* -

Aposentadoria: essa palavra, que muitas vezes parece distante de nossa realidade e rotina tão atribuladas, na verdade é o ponto de chegada da maioria dos brasileiros. Quem nunca pensou no dia em que não precisará mais acordar cedo para trabalhar, ou que não vai mais ter de esperar as férias para fazer as viagens que tem vontade?!

No entanto, se aposentar é algo muito mais complexo do que simplesmente pendurar as chuteiras – mas não chega a ser um bicho de sete cabeças. Primeira reflexão que proponho para hoje: o que você gostaria de fazer quando a lei permitir que você fique em casa descansando, sendo respaldado financeiramente? Sei que muitas pessoas responderão que vão fazer tudo que não puderam fazer durante toda a vida, por conta da falta de tempo. Mas as coisas não são tão simples assim.

Primeiramente, para fazer tudo que não fizemos durante toda a vida, precisamos estar bem estruturados financeiramente. Ou seja, deve-se planejar para dar conta de se manter sozinho até o fim da vida, e ainda sobrar capital suficiente para realizar nossos sonhos (os possíveis de se comprar). Essa é a primeira questão e talvez a mais relevante, afinal, a maioria dos brasileiros acaba se tornando dependente de outras pessoas (filhos, parentes, amigos) quando chegam à terceira idade.

Muitos profissionais se sentem num profundo vazio quando se aposentam. Isso normalmente acontece por conta da vida atribulada que levaram durante tanto tempo, obedecendo a horários, correndo atrás de números, tentando atingir metas etc. De repente, se veem numa apatia tão grande que nem mesmo sabem o que fazer com tanto tempo livre.
 "É importante estar preparado psicologicamente para uma mudança brusca de rotina"


Alguns não param de trabalhar. Outros, ainda, se dedicam a causas sociais, como voluntariado em hospitais. Uns preferem colocar em prática habilidades não exploradas anteriormente. Independentemente de qual seja a decisão de cada um, o importante é estar preparado psicologicamente para uma mudança brusca de rotina. E, principalmente, estar bem estruturado para encarar com tranquilidade a fase da vida em que deveríamos apenas colher os louros do que plantamos durante toda uma vida.

Exatamente por isso, aconselho: aproveite enquanto você está ativo para definir o fim da sua vida. Até mesmo porque, para muitos, o que chamamos de terceira idade é na verdade a melhor época da vida, pois já possuímos experiência e vivência suficientes para sabermos o que é bom para nós mesmos. Para quem goza de boa saúde, é fundamental aproveitar esta etapa para realizar todas as vontades que passou na vida. Para isso, a saúde mental é tão importante quanto. E, convenhamos, para garantir esse bem-estar, é essencial que tudo na vida esteja na mais perfeita ordem.

* Bernt Entschev é presidente da De Bernt Entschev Human Capital. Headhunter, trabalha na área de Executive Search há mais de 20 anos. Autor do livro "Executivos, Alfaces & Morangos", Bernt também atua como conselheiro de diversas instituições.
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